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Energia Mental
Como seres pensantes que criam o tempo todo, passamos a ter responsabilidade por tudo o que criamos em nossa tela mental; cada pensamento se nutre das emoções que causa, atraindo outras afirmações idênticas. Uma flor no pensamento de um jardineiro é um filho que nasce; nas mãos de um cientista pode ser uma oportunidade de estudo; no olhar de um botânico, uma oportunidade de fazer mais mostruários para a posteridade. Cada ideia se estende pelo pensamento que irradia, pois a ideia é a base do pensamento, no entanto um não vive sem o outro. A razão, fortalecida na evolução educa os pensamentos a partir da ideia, dando direção elevada para as forças transformadoras da ideia original. Se uma ideia menos elevada for levada a termo por impulso do pensamento irrefletido, fará nascer um carma na existência de quem a pensa, pois o pensamento é matéria viva a fomentar outras ideias. A força nociva se torna patrimônio do seu idealizador, minguando oportunidades felizes de amar sempre mais. Quem aceita energias externas, nascidas no veículo mental dos outros, corre sério risco de se tornar escravo do que aceitou por imperícia. Quem organiza as ideias, ligando-as ao Amor de Deus, evolui; mas quem dá asas à imaginação fantasiosa, mergulha no lamaçal da indisciplina, colhendo frutos de dor e angústia. A vida mental representa tudo aquilo que realmente somos na intimidade, por assim dizer, cuidar dos pensamentos é discipliná-los na escola de Deus, para beneficiar a todos. Toda ideia amorosa encontra ressonância com as esferas mais altas da vida imortal e toda formação mental menos digna falseia trevas por onde trafegue. Controlar os pensamentos é direcionar com segurança todas as escolhas da vida garantindo felicidade para sempre. A ideia é a mãe e o pensamento, o filho que realiza. Pensemos no Bem e seremos muito felizes. Com amor. Walda Psicografia de Nilton Stuqui em 17/03/12.
Escrito por Adm às 10h29
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Sob o Olhar da Fé
Naturalmente todos somos aprendizes do Evangelho e em suas lições condicionamos nossos atos a fim de servirmos com maior amor. Muitos são os que vagueiam numa marcha semiconsciente por não enxergarem as oportunidades que os cercam no dia a dia. A nós, os trabalhadores da última hora, cabe a restauração do Evangelho por toda parte. Ainda não temos forças para subirmos no Gólgota e nos entregarmos à cruz sem queixar, mas podemos carregar nossa cruz de modo silencioso e eficiente, dando exemplo de amor ao Pai. Não sabemos, por enquanto, espalhar o Sermão do Monte, mas sem dúvida podemos falar com humildade aos filhos do calvário. Não aprendemos a curar os enfermos do corpo, mas podemos aliviar a dor da alma. Não temos a fé que transporta montanhas, mas sem dúvida podemos retirar a pedra do caminho para que os outros não caiam. Não sabemos manipular a água para se tornar vinho, mas podemos modificar o azedume do próprio coração. Não somos capazes de fazer com que alguém volte a enxergar, mas podemos clarear a consciência atormentada, atraindo-a para o Bem. Não temos forças morais para controlarmos os ventos e a tempestade, mas somos capazes de apaziguar os conflitos internos no silêncio de uma prece. Não manipulamos energias que nos permita caminhar sobre as águas, mas com certeza somos capazes de trilhar um rumo de amor sólido. Não conseguimos ainda dar o perdão completo aos nossos ofensores, mas nada nos impede de orar para que evoluam. Não sabemos dar vida aos considerados mortos, mas podemos ressuscitar a própria esperança para o nosso bem. Não estendemos as mãos e fazemos milagres, mas com nossas mãos podemos sim aquecer outras mãos congeladas pela solidão. Se conhecemos o Evangelho, somos muito bem informados, de modo que nada justifica inércia ou paralização de nossas forças motriz. Somos hábeis para nos desculparmos, mas nos esquecemos de que os outros também são frágeis como nós e podem errar. Antes de efetuarmos qualquer afirmação da vida alheia, vasculhemos nossa alma, pois talvez estejamos ainda muito longe de alcançar aquilo que os outros já possuem por Bem. Concentremos nossos esforços nas tarefas do amor e a felicidade será presente em nossos dias. Somente com amor e abnegação tornaremos nossas dores menores do que as vemos nos outros, pois em nossa lente deve haver o filtro da ponderação, alicerçado por forças augustas da Fé Raciocinada, em nome do Senhor. Muita Paz. Dimas Psicografia de Nilton Stuqui em 18/03/12
Escrito por Adm às 15h38
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A Saudade
Os raios solares anunciavam no alto do céu o meio dia, o calor abrasador denunciava o clima desértico e na humilde choça, junto às tarefas domésticas, Maria, mãe do Senhor fabricava o pão que seria distribuído à tarde para seus filhos em Humanidade. A farinha depositada em uma cuia ia lentamente sendo misturada a água morna, até a formar a pasta que aquecida ao calor da fornalha tornar-se ia o pão, símbolo do Cordeiro Divino. Ela entre os próprios pensamentos vagava entre recordações felizes de seu filho amado, que faziam seu coração pulsar com maior amor, mas de repente tem a meditação interrompida por estimado amigo e ela diz: - Pedro, és tu, como estás? Soube que seguirás levando adiante as fileiras do Evangelho de meu filho, Nosso Senhor. - A sua benção, mãe amada de todos nós – respondeu a rocha do Cristianismo – estou seguindo sem rumo, a falta de Jesus doe-me e a saudade é muito grande. - A saudade é fruto das alegrias que Ele nos deu durante os dias em que esteve conosco, não teria ela razão para existir se Ele não tivesse plantado em nós o amor incondicional; mas recorde Pedro, que Ele próprio nos advertiu dizendo que sempre estaria entre nós. Não é porque nossos olhos não podem registrar em sua retina a presença Dele, que Ele não esteja em nossos caminhos. Tu sabes que Ele é presente nos corações que se identificam com o Amor e trabalham pelos que não o conhecem. - Mas Maria, – falou Pedro – o peso do Evangelho é muito grande, eu sou um simples pecador que tem o coração corroído pelo remorso; eu o neguei três vezes e Ele havia me advertido. Como posso representar seu amor entre nossos irmãos? - Foi Ele quem te escolheu, Pedro. – Falou a mãe de Jesus com bondade – portanto conhece o teu coração, não deixe a saudade corroer teus pensamentos, levando-te a paralização da vida interior. Trabalha pelo bem de todos e faze o melhor que puderes; a estrada é longa, mas possível de ser trilhada. Todo coração que ama de verdade, fica órfão quando alguém que ama se vai; eu também sofro a sua ausência, mas creio no que Ele nos disse e O sinto dentro de mim em cada pensamento inspirado. Se não posso tocá-lo com minhas mãos e enlaça-lo com meus braços, posso senti-lo com meu coração esperançoso. Não deixe Pedro, mudarem o rumo do Amor que Ele plantou em nós. Sua ausência física deve apenas significar para nós a honra de seguir fazendo pela Humanidade tudo aquilo que Ele fazia. - Está certa Maria – afirmou o continuador da Boa Nova – não devo temer a saudade, mesmo porque ela se perde ante a promessa do reencontro. Sabemos que Ele nos aguarda, devo seguir vivendo por aqueles que desejam aprender o Evangelho, falar para todos das promessas do Senhor e honrá-lo com nossos bons exemplos. - Isso meu filho – afirmou Maria – todo aquele que crê nas promessas de Nosso Senhor Jesus encontra-se com a verdade. A missão do homem na Terra começa com a renovação de si mesmo e estende-se por rumos de libertação espiritual. Se a saudade promete dor, pensemos que ela pode ser também caminho para a crença na vida eterna. Sou mãe e meu coração às vezes exige que meu filho esteja presente, mas a razão me dá forças para crer que Ele ainda vive dentro de mim através do amor que carrego na alma. Somos seareiros da paz, compromissados com a fé, nosso exemplo deve fazer brotar nos demais a certeza de que nada se perde com a morte do corpo. Tenhamos paz, Pedro, continuemos a Obra de Jesus e Ele sempre estará vivo dentro de nós, pois saudade equilibrada gera consolo para a alma, fortificando quem a conhece. - É isso minha mãe – disse Pedro – devemos apenas amar mais. - Quem busca o Bem, Pedro – afirmou Maria – jamais estará só, pois o calor que a caridade gera é suficiente para aquecer o coração congelado na saudade incompreendida...
Dimas Psicografia de Nilton Stuqui em 16/03/12
Escrito por Adm às 12h00
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Investimento O céu se movimentava de forma expressiva, anjos do Senhor se moviam num balé de vai e vêm, espíritos de alta elevação rumavam para anotada direção, que feito ímã os atraía. Luminares da Humanidade não economizaram em seu interesse de atender a tal força e bondade, mas qual seria essa energia capaz de movimentar tantas almas evoluídas? Pensei ser algum espírito de escol, dotado de merecimento junto a Deus, ou seria um monge Franciscano que aguardava auxílio ante as tarefas do bem? Seria um filósofo, um pensador da Humanidade que auxiliara na evolução do pensamento ou um cientista que criara a cura para muitos males físicos e morais? Seria uma mãezinha rogando por um filho amado carente junto a Jesus? Não suportando o interesse positivo que nos chamava a atenção, fomos ver de perto quem se tratava e encontramos singela criatura em meio ao campo, de trajes humildes, ajoelhada ao chão, rogando ao Senhor por auxílio ao seu animalzinho doméstico doente. Quão grande é a força do amor verdadeiro, quão seguro é o poder da fé que se consola em Deus. Todo pensamento elevado encontra ressonância em outro de mesma intensidade, o amor busca outro amor. A paixão que desgasta encontra eco em outra similar; o orgulho que denigre, disfarçado de perfeição, sempre se ancorará noutro de mesma intensidade; a vaidade que engana, buscará amparar-se em outra semelhante; a incredulidade que esvazia a alma, desagua de forma igual noutro coração vazio de esperanças. Todo pensamento encontra resposta nas leis de atração, a mente é o maior dínamo, capaz de mover o mundo, mas se entregue a ociosidade, ao melindre ou a irritação, prejudica a quem a carregue. Por isso prender-se ao bem é garantir para si as alegrias da eternidade. Cada um recebe segundo pensa, antes de receber segundo faz. Corrijamos a mente, consubstanciando na alegria de viver no amor do Cristo, perdoando e auxiliando os outros a crescer e certamente conheceremos a paz. Dimas Psicografia de Nilton Stuqui em 04/01/12
Escrito por Adm às 19h16
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Perdão A noite já havia coberto a abóboda celeste com seu manto de estrelas e a amiga fiel de Jesus já havia se recolhido no humilde casebre que escolhera por moradia; após ter deixado as experiências de luxúria, a singeleza do mobiliário, a rusticidade dos utensílios domésticos marcavam por fora a transformação que lhe vinha acontecendo por dentro. Com o coração já agasalhado com a prece, ela se preparava para o repouso necessário; pensava nas lutas do passado, nas inúmeras humilhações sofridas, os dissabores do sexo sem amor, a dilapidação moral a qual se submetia por conta própria e agradeceu a Deus a santa oportunidade de conhecer Jesus e seus ensinos. Eis que alguém bate à porta, ela ergue-se do leito e atende quem a buscava aquela hora. Quando abre a porta, entra de súbito um homem vestido de trajes romanos, olhos esbugalhados e odor característico de quem se alcoolizara. Ele salta sobre ela que não consegue reagir e diz: - É aqui que se esconde, certamente para atender os que podem pagar mais por seus serviços; pois saiba que também posso pagar. - E jogou uma sacola com algumas moedas de ouro sobre ela. – mas eu quero a melhor noite, venho de longe justamente para me saciar em teu prazer. A jovem, desejando esclarecer a sua nova conduta, afastou-se afirmando que não desejava nenhum tipo de contato daquela forma, mas ele não querendo saber, como que se estivesse tomado por forças invisíveis, despiu-se e partiu sobre ela. Com força superior à dela, insistia em atos de promiscuidade; ela se negava e ele a espancou sem piedade, ferindo-lhe a face com golpes de agressividade e o coração com sua ignorância. Madalena chorava diante daquelas cenas, mas se deu por vencida, entregando-se aos caprichos abusivos daquele homem dementado. Sua alma ardia ante a humilhação, pensou em Jesus e recordou seus ensinamentos, enxugou as lágrimas e disse ao agressor descontrolado: - Abusaste do meu corpo, mas não pode ferir-me a alma. Teu modo de ser é-me uma oportunidade de crescer. Meu Senhor me ensinou que o agressor sempre é vítima de si mesmo e do próprio destino por leis de retorno. Eu te abençoo pela ignorância que carrega, pois não pode enxergar além dos olhos da carne. Usaste do meu corpo, violentando-o, mas meu espírito se eleva acima disto tudo, pois não desejo mais a porta larga das perdições, mas sim a porta estreita que me garante paz, através de auto equilíbrio e sacrifícios pessoais; mas, se quiseres, ainda agora podes receber o perdão de Deus, arrependendo-se e seguindo seu filho Jesus, o Nazareno, e através do tempo empregado no bem reconciliarás-te com a própria consciência. Somos todos irmãos e temos que nos amar como tal. Madalena, embora com as vestes rasgadas e o corpo ferido, sentia naquele homem um necessitado de Deus. Ele, mudo, ouviu cada palavra dela e buscou emudecer-se mais. Chegou às lágrimas e partiu sem mais nada dizer. Na próxima pregação de Jesus, lá estava ele, bebendo da água pura de seus ensinos e a partir daí, passou a espalhar a paz entre os seus patrícios. O perdão de Maria de Magdala curara-lhe o caráter, mudando para sempre seu modo de pensar e ser, pois o perdão sincero atinge patamares muito altos junto à moralidade, salvando quem o pratique. Dimas Psicografia de Nilton Stuqui em 26/01/12
Escrito por Adm às 10h59
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Mediunidade Aprimorada Certamente, muitos buscam se descobrir, ante os conceitos mediúnicos que carregam em si; outorgando sensibilidade primorosa, cremos que é possível desenvolver cada vez mais luz em torno de nós, mas no que se refere à autenticidade da mediunidade é preciso sempre estudar mais. Isso compreende autoconhecer-se, educando instintos e emoções no rumo da elevação. O médium psicofônico, antes de tudo, deve educar em si o próprio verbo. O vidente deve ter os olhos aprimorados na luz engrandecendo a visão no bem. O sensitivo deve sentir além do que é possível enxergar, auscultando a própria alma. O psicógrafo, ante a escrita que capta a eternidade, deverá aprender a ler os escritos do próprio coração. O desenvolvimento se verifica de dentro para fora, do espírito para o homem, da essência para a matéria; a jornada é longa, mas jamais poderá ser esquecida. Estar em contato com o além é no verossímil, mas entrar em contato consigo mesmo é fundamental. O medianeiro de Jesus fala por bem, sente por amor e expressa por gestos paz; todo amor segue o seareiro do Senhor que já aprendeu a perdoar e amar de forma raciocinada. Mediunidade é crescimento, é doação e libertação, mas ela não se educará sem o estudo e amor, treinamento e vivência da luz. É assim que enxergamos a transcomunicação de uma esfera a outra, de outro modo não podemos endossar nada. Que Jesus nos abençoe. Com amor. Dimas Psicografia de Nilton Stuqui em 06/03/12
Escrito por Adm às 10h30
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Oração da Fé Senhor Jesus, em teu amor colocamos nossa pequena fé, nossa crença ainda se desenvolve e pálida segue um rumo solitário, sem os contornos do teu Evangelho. Rogamos-te para que nos ensine a aceitar as dificuldades da existência, não como fuga ou paralisia moral, mas sim compreendendo que tudo tem rumo certo junto ao teu amor. Pedimos-te por luz, clareando nossos olhos espirituais, ante a cegueira moral que nos atordoa; fazendo enxergar nos outros, defeitos que são maiores em nós. Rogamos-te, Jesus, por capacitação moral, pedindo-te trabalho justo que nos aprimore no rumo do Bem de todos. Pedimos por coragem para mudar aquilo que pode ser mudado e aceitar com amor as coisas que não podemos mudar de imediato. Sejam quais forem nossas dificuldades, que possamos manter a fé e com ela superar a dor, esperando com paciência o momento onde a nossa própria compreensão nos liberte a alma para a ascensão ao coração do Senhor. Que assim seja, Senhor. Saulo Psicografia de Nilton Stuqui em 11/02/12
Escrito por Adm às 22h42
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Obra do Bem A maior doação que se pode fazer se verifica na entrega natural de si mesmo na obra do bem. Muitos podem alegar que para servir ao Senhor é preciso abandonar tudo e todos, viver na pobreza e na penúria; o Cristo não falou isso. Ele nos disse que se apanhássemos numa face, deveríamos dar a outra; se apanhamos nos conceitos morais, devemos mostrar a outra face, a espiritual. Se nossas expressões materiais não agradam, quem sabe se deixássemos nos conhecer melhor por dentro, pois na alma existem tesouros escondidos que o determinismo apaga quando nascemos em prova na Terra. A dor trabalha sem cessar, ela educa sem palavras, é um tônico para o espírito. A solidão, se convertida em boas obras, gera reconforto para muita gente. Tudo que lutamos para alcançar, muitas vezes é pura ilusão dos sentidos, pois o Evangelho nos ensina essa realidade. Os compromissos da Terra devem ser cumpridos com fidelidade para que a evolução seja real. Corremos tanto para buscar algo que nem sabemos usar e em pouco tempo após conseguir, perdemos o interesse, parecemos crianças; mas na vida espiritual, onde não há mesclas de verdade, mas verdades reais, seremos cobrados pela consciência e não há meio de nos livrarmos dela. Aqui ela é soberanamente capaz de nos fazer enxergar a verdade, se posso afirmar algo do que aprendi aqui é isto. Desencarnei para o bem e morri para o mal, me sinto muito feliz por aqui e creio na justiça do Senhor, cada dia estamos mais próximos do Senhor. Estudemos, pois a vida é eterno saber, nas mãos do Senhor, com decisões nossas a toda hora. Pensemos com amor na Obra do Bem de todos. Com amor, Walda Psicografia de Nilton Stuqui em 10/02/12
Escrito por Adm às 18h01
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Cuidados Temos a eternidade por força e espaço para crescer, tudo que assumimos por compromisso, consciente ou não, são posses que a alma absorve para carregar por longo período; por isso, todo cuidado é importante para que não alojemos na vida pesos desnecessários. A mágoa pode causar muitas dores na coluna da alma por ser um enorme peso desnecessário, a alma não foi criada para tanto; o desânimo é força minada, que se perde dia a dia, roubando a vontade de ser feliz; a raiva sem controle é veneno que o espírito toma para matar os outros na intimidade da alma; a arrogância dá à presunção créditos desnecessários que fazem o coração congelar; o orgulho ofusca o brilho da verdade, cegando os corações habilitados ao bem e o egoísmo, disfarçado de amor, segue iludindo os desavisados que enxergam na paixão um caminho real. Todo excesso deve ser controlado a título de prudência, todos os cuidados devem ser tomados para que na dúvida saibamos preferir a luz da verdade por caminhos de amor e redenção. Cuidar é amar aos outros e a si mesmo. Thiago Psicografia: Nilton Stuqui em 11/02/12
Escrito por Adm às 17h38
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Crescimento Todo degrau exige esforço para ser superado, a marcha da humanidade na Terra culmina na evolução do homem. Temos dois mil anos de Evangelho, ou seja, vinte séculos de escola do Amor e não há outro meio de crescer sem os imperativos da afeição educada no bem. Hoje é o companheiro que caí, arrojando-te também à queda nos círculos das emoções a título de piedade; amanhã é o imaturo a exigir-te maiores cuidados no seio do próprio trabalho; ontem foi o familiar que te arrancou a cólera, forçando-te a agir com agressividade. Acolá é o vizinho que não te compreendendo o modo de ser, arrisca-se a dizer que és ignorante; ali é a esposa que te exige cuidados quanto ao equilíbrio das próprias finanças; em outro momento, companheiros aparentemente fiéis, fogem dos tratados de autocontrole e mergulham no ócio. Em segundos, se vês em tumultuado círculo de acusações ante a responsabilidade que possuis sobre os bens que são dos outros e permanecem sob tua responsabilidade. Um dia sentirá por impulso a tirania da antiguidade disfarçada de controle e administração, mas não podemos esquecer que o filtro por onde passa tudo isso está dentro de nós, na consciência. O mundo pode nos exigir qualquer coisa, mas somente nós podemos aceitar ou não por companhia o que nos cerca. Todo o Evangelho é talhado em leis de amor e compreensão, saúde moral e perdão; o discípulo do Senhor se prepara muito mais para silenciar do que para entrar em combate verbal seja com quem for. Se o coração se escurece na irritação, a língua não pode demonstrar luz por onde se manifeste. Somos a essência, a intimidade, o calor, tudo que está fora disto não nos pertence, mas os resultados daquilo que absorvemos passa a ligar-se à alma. O caminho para a educação, a vitória, sempre será o entendimento e a auto renovação, usando a empatia para solucionar dificuldades que nos surjam ante a marcha do dia a dia. O cristão se lança na vida por amor e educação refinada e os que o cercam assimilam-lhe a cultura, passando a lhe copiar os atos e o modo de ser. Cada dia é uma nova prova, uma etapa de aprendizado. A solução para o que nos aflige nunca chega nas horas de excitação emocional inferior, mas sim na brandura de uma prece sincera. Deus põe homens na Terra para amar somente, dá-lhe caminhos floridos e o acompanha até o final da estrada, mas a ignorância faz o homem se sentir abandonado ante as provações, duro nas decisões ante os outros e muda a paisagem íntima, condenando os olhos a enxergar apenas deserto no coração. Não há vitória quando as direções variam; uma batalha só se vence quando todos buscam o mesmo rumo. Crê em teu Senhor, doe teu coração a Ele; ama os teus próximos, sinta no coração deles as próprias fragilidades. Faze de teu dia uma oportunidade para que todos amadureçam, sem esquecer que és unicamente responsável por tua felicidade. Onde quer que estejas, recorde os dias de paz e copia-os, pois embora os tempos sejam outros, Deus é o mesmo e age na essência de cada um por amor a todos. Dimas Psicografia: Nilton Stuqui em 25/01/12
Escrito por Adm às 14h13
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ASSIM Assim que puderes compreender o caminho, será vencedor. Assim que enxergardes a estrada, seguirás adiante. Assim que tuas forças estiverem maiores, auxiliarás a vida do próximo. Assim que juntares dinheiro suficiente, multiplicarás a caridade aos necessitados. Assim que sentires confiança no coração do teu irmão, fará o possível para ajudá-lo. Assim que possuíres a fé sincera em Deus, orarás por teus irmãos, soerguendo-os. Assim que detiveres recursos tais, socorrerás a nudez. Assim que compreenderes o Evangelho, distribuirás forças pela vida. Assim que te sentires amado, amarás em dobro. E assim seguiremos todos buscando subterfúgios para não exercer a caridade; as desculpas são tantas que nos perdemos ante todas elas, mas sem começarmos agora a sentir o que os outros sentem e amar como Deus ensina, fazendo nossa parte, jamais assumiremos o papel de legítimos cristãos. A evolução é um passo a cada dia e não ação secular como muitos esperam. Uma escada se sobe com segurança, degrau a degrau, a obra tá aí, não podemos negligenciar as lições que já aprendemos, pois seremos cobrados por ela e não há outro caminho. Thiago Psicografia: Nilton Stuqui em 21/01/12
Escrito por Adm às 09h22
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Compromissos do Amor A lua se despendia, tornando-se invisível ante a aurora que despertava, os primeiros clarões do sol prateavam o céu, despertando os pássaros céleres que voavam num bailado majestoso. Hinos de agradecimento ao céu ecoavam do peito dos rouxinóis, suave brisa movia com carinho as folhagens que nasciam na beira do lago, mergulhando suas raízes na água pura, líquido Bendito de Deus. De passos firmes, seguia Francisco alquebrado pela noite de vigília, a qual passara atendendo pobre ancião em choupana misérrima. O companheiro abençoava a natureza, cantarolava para o céu. Em seu íntimo, vibrava a certeza da paz; de onde viera, da choça onde se albergara à título de enfermeiro da paz, acabara de entregar a vida espiritual um irmão seu de caminhada, que vencido pelos janeiros, partira vitorioso. Em sua mente relembrava o ato supremo do último minuto, onde o amigo encorajado pela fé lhe dizia: - Francisco, Francisco, vejo o céu e os anjos, meus olhos já não mais enxergam a escuridão da Terra; despertaram para a vida eterna, não sinto mais o peso das décadas de insulamento físico. O que vejo abre para mim um novo mundo de certezas infinitas, a suavidade das flores e as cores do firmamento são indescritíveis. Cada fraca balada de meu coração me aproxima ainda mais deste celeste ambiente, mas ainda sinto o calor de tuas mãos que me ligam ao amor que sempre nos ensinaste. És o amigo que me socorre o corpo desvalido e a alma em desenlace, o pulso de teu peito amparando minha cabeça dá-me a certeza de tua sincera amizade. Meu espírito te agradece e meu coração te abençoa, parto deste plano de sofrimentos e lutas certo de que um amigo querido ora por mim. Não sou digno de tal graça, por isso mesmo rendo graças ao Senhor Universal por nos dar de conhecer o valor da amizade pura e eterna. Entrego meu corpo a Terra e meu espírito à eternidade. Não mereço tua presença de amor, mas sou feliz em partir ao teu lado. Lembra-te de mim, meu amigo, quando falares com o Pai e apieda-te deste pobre servidor que humilde sempre quis servir à causa do bem. Francisco de Assis sentiu as mãos do amigo de tantos anos perderem a força, seus olhos parados apontavam a direção do céu, as lágrimas foram inevitáveis e desceram como dois rios de seus olhos claros e orou com ele. Francisco amou-o como filho e cobriu-o com o manto puro e alvo de seu agradecimento. Deixou o corpo do amigo aos cuidados da mãe Terra, cavando-lhe uma cova no próprio jardim, à luz do luar. Amanhecendo o dia, embora a angústia da separação, ele seguiu firme com a certeza do dever cumprido no bem e o apoio de um anjo a mais no céu. Dimas Psicografia: Nilton Stuqui em 14/01/12
Escrito por Adm às 08h27
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Entendendo a alma Não saberíamos contabilizar o que a desencarnação nos trouxe de benefícios, mas o mais marcante para nós é a disposição ao atendimento humanitário, o desejo confesso de ajudar, a certeza de que a vida vale pelo amor que doamos na atmosfera do bem. Eduquei meus sentidos a fim de melhor entender o Evangelho, o limite da caridade é tão infinito quanto o amor, é a doação de si mesmo na causa do bem. É tão nobre e satisfatória quanto a paz que se recebe por mérito. Aqui neste plano de desencarnados somos continuadores da mesma fé que anima vossas almas, e colhemos os mesmos méritos que podem nascer de vossos atos beneméritos. Perceber a necessidade é trabalho do dia-a-dia, socorrer o necessitado é obrigação nossa de todo momento. Quanto mais nos aprofundamos na Causa do Amor ao Próximo, mais descobrimos que tudo que se faça ainda é pouco perante nossas dívidas espirituais. A caridade não se prende ao pão, mas ao gesto que o viabiliza; não se prende a prestação de auxílio, mas ao amor com que leva o auxílio; não está no ouvido que se empresta ao desabafo, mas na intenção de quem se põe a ouvir sem julgar; não está da distribuição do Evangelho falado ou decorado, mas na ação crítica que perdoa em silêncio; não está na roupa que veste o pedinte, mas sim no calor que enviamos com ela. A caridade não se verifica unicamente no seio dos cristãos, mas no coração dos justos, que aprenderam amar de verdade. Nosso maior esforço por aqui não é estudar e escrever bonito, nem diminuir nossa saudade familiar, nem evoluir às esferas mais altas, mas sim aprender que não sairemos do lugar enquanto o orgulho for nosso defensor ante as querelas da vida. É adaptarmos à luz dos que não sabendo orar, ministram lições de amor universal; não sabendo ler e escrever ensinam os doutos da vida comum. Cada minuto aqui é escola de Luz e Amor, mas não somente por nós, e sim para todos que seguem sua evolução rumo a Deus. Não olhemos os caídos, mas movamos forças para erguê-los; não somente curemos as feridas, mas antes é preciso evitar a queda e o sofrimento. Para tudo há um caminho chamado Amor, é assim que poderemos começar a entender a palavra caridade. Gabriel. Psicografia: Nilton Stuqui em 21/01/12.
Escrito por Adm às 14h52
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Dinamismo Seguindo o raciocínio do bom samaritano, que acolheu o homem caído na via pública, ungiu-lhe com unguento as feridas, levou-o a hospedaria, pagou a hospedagem e disse ao dono do estabelecimento : - O que vier ele gastar a mais eu pago na viagem de retorno. Veremos que o auxílio verdadeiro é aquele que acompanha o necessitado, aquele que penetra na vida da criatura desvendando-lhe as misérias à título de auxílio e amor. A caridade está mais ligada à ligação que se cria com o assistido do que com o valor que se doa; é o interesse pelo irmão que sela a grandeza do amor. A maior pobreza não é a dos artefatos materiais, mas sim do conhecimento de Deus; não falamos dos conceitos bíblicos, mas do coração bondoso, que mostra Deus em todos os seus atos. O abraço fraterno é gentileza que transfere calor e companheirismo; o aperto de mão é o primeiro sinal de aceitação para que o Senhor possa entrar na vida de relações que se abre ali; a palavra confortadora edifica no ser um mundo novo de conceitos de vida e amor que o leva para a paz interior, onde a solidão machuca sem piedade. Os atos mais simples geralmente se governam entre lições de amor e alegria. A purpurina que enfeita as doações volumosas, lisonjeia que doa e massacra a alma de quem recebe. Quem doa e se doa de coração é servidor anônimo do Cristo, que acompanha seus amigos da miséria com o mesmo amor dos seus consanguíneos. A caridade não é algo que se faça por impulso do bem, mas sim flores que se planta a beira do caminho para dar felicidade a quem passa e distribuir sementes para a eternidade. Quem doa deve doar de si e amando como pode dar-se-á por inteiro à causa do Cristo de Deus, Nosso Senhor. Reflitamos e sigamos dentro dos reais conceitos de caridade segundo o samaritano de Jesus. Walda Psicografia: Nilton Stuqui em 14/01/12
Escrito por Adm às 08h56
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Teu Lar Teu lar, invariavelmente é tua melhor lição da vida, nele tu te consagras cristão. A reencarnação garante a justiça de Deus, reunindo num único local irmãos que desejem acertar seus débitos com a Justiça Divina, clareando a própria consciência. O lar é jardim de Deus onde as flores mirradas da eternidade recebem os cuidados essenciais para o crescimento justo. Quando espíritos se encontram para acertar suas arestas, nem sempre as energias morais conseguem se manter elevadas, muitas vezes causando antagonismo e dor entre os envolvidos. No calor da convivência tudo pode acontecer, tanto a queda pelos caminhos da rejeição ou a evolução junto à abnegação ante os compromissos assumidos. Todos os passos que são aprendidos no lar levam o aprendiz do Evangelho para o rumo do progresso. O ninho doméstico agasalha a ave ferida, mas também o lobo feroz e a serpente sorrateira; acreditar no progresso do amor é mover esforços para que a fé esteja, acima de tudo, encorajando as mudanças a serem feitas. Cada minuto no calor do lar é uma expressão de luz na vida eterna da alma em evolução. Quem persevera no lar e tudo faz para manter o coração em ordem, caminha para concluir com vitória a prova que Deus lhe deu por merecimento. Teu lar guarda os resultados de tuas ações do passado, encobertas por traços de amor e paixão. Teu abrigo doméstico te leva com lentidão e segurança ao seio do Senhor. À medida que aceita os seus amados como são e por quem são e dá-lhes o exemplo de mudança, estás cumprindo teus compromissos perante a consciência. O lar é o berço onde Deus põe seus filhos e os abençoa para que cresçam sem perigos maiores. Abençoe teu lar, mesmo que não possas compreender de momento, pois ao sabor do tempo a vida te revelará a justiça de Deus e ficarás grato por tudo que te cercas. Seja feliz! Dimas Psicografia: Nilton Stuqui em 21/01/12
Escrito por Adm às 11h46
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